Ao trocar de veículo, o seguro pode ser transferido para o novo carro por endosso de substituição — mantém a apólice, o número, a vigência e o bônus acumulado. Alternativa: cancelar a apólice antiga e contratar nova para o veículo novo, com regras próprias de devolução.
Endosso de substituição é o caminho mais eficiente: preserva o bônus (classe de risco), aproveita histórico e evita novas taxas de emissão. A seguradora recalcula o prêmio pró-rata pelo período restante, considerando o novo veículo (modelo, ano, valor FIPE, categoria).
Preço pode subir ou cair conforme o novo carro. Modelo mais caro, mais visado ou de categoria de maior risco (SUV grande, esportivo) tende a agravar; carro popular e mais antigo tende a baratear. Peça simulação antes da troca para se planejar.
Coberturas: revisão obrigatória. Blindagem, GNV, acessórios do carro anterior não migram — se o novo veículo tem itens diferentes, declare e inclua no endosso. Franquia também é revista.
Vistoria: nova vistoria costuma ser exigida para o novo veículo, salvo zero-quilômetro (dispensado). Prazo típico de 3 a 5 dias após a substituição — não fazer no prazo pode restringir cobertura a colisão, sem roubo/furto.
Cuidado com janela sem cobertura entre venda do antigo e chegada do novo. Coordene as datas para não ficar descoberto — nem o carro velho no pátio nem o novo já em uso sem apólice ativa.
Este conteúdo é educativo e não substitui análise personalizada.
Perguntas frequentes
- Perco o bônus?
- Não, com endosso de substituição. É preservado.
- Preço muda?
- Pode mudar, conforme perfil do novo carro.
- Nova vistoria?
- Sim, salvo zero-km. Prazo típico de 3 a 5 dias.
- Acessórios migram?
- Não. Precisam ser redeclarados no novo veículo.
- E se houver janela sem carro?
- Coordene datas para não ficar descoberto.
