No seguro de vida em grupo, o capital segurado raramente é fixo. O padrão de mercado é defini-lo como um múltiplo do salário do colaborador — geralmente entre 12 e 36 vezes.
A lógica é proteger a renda da família por um período suficiente para reorganização financeira. Um múltiplo de 24 salários, por exemplo, equivale a dois anos de renda preservada em caso de morte do segurado.
Coberturas adicionais comuns incluem invalidez permanente por acidente, doenças graves, assistência funeral e auxílio-alimentação por seis meses. Cada uma pode ser ativada ou desativada conforme o desenho da apólice.
O custo é calculado a partir da idade média do grupo, da distribuição salarial e do percentual de adesão. Grupos maiores e mais jovens conseguem prêmios significativamente menores.
Para o RH, a apólice coletiva resolve um problema sensível: oferecer proteção financeira sem exigir contribuição relevante do colaborador. Para o segurado, é uma camada de tranquilidade que se soma — não substitui — a um plano individual.
SulAmérica, Bradesco, Porto, MAG e Seguros Unimed operam essa modalidade com estruturas semelhantes, e a escolha geralmente passa por rede de atendimento, agilidade no sinistro e flexibilidade contratual.
