A primeira pergunta de quem busca um plano empresarial é se a sua estrutura permite a contratação. A resposta depende do número de vidas e do tipo jurídico — MEI, ME, EPP ou EIRELI.
MEI com pelo menos um titular ativo já consegue contratar planos PME a partir de 2 ou 3 vidas, dependendo da seguradora. É preciso comprovar vínculo via CNPJ ativo há um período mínimo, normalmente 6 meses.
Entre 3 e 29 vidas, o plano segue regras de pool de risco da ANS, com reajustes anuais agrupados por faixa. Acima de 30 vidas, a empresa entra em reajuste por sinistralidade própria, o que pode ser bom ou ruim conforme o uso do grupo.
Para o MEI individual, o caminho costuma ser o plano por adesão via entidade de classe ou o próprio plano PF. Vale comparar — em algumas categorias profissionais, o adesão sai mais em conta que o empresarial.
Acima de 30 vidas, abrem-se possibilidades importantes: isenção integral de carências, customização de rede, área geográfica restrita para reduzir custo e negociação direta de coparticipação.
O ponto-chave é não decidir pela mensalidade isolada. Um plano R$ 50 mais barato com rede inadequada custa muito mais caro no primeiro reembolso negado ou hospital fora da rede.
