A cobertura de doenças graves é uma das mais transformadoras do mercado de vida. Ao contrário da cobertura tradicional, que paga aos beneficiários após o falecimento, ela paga ao próprio segurado, em vida, no momento do diagnóstico.
A lista de doenças cobertas varia por seguradora, mas geralmente inclui câncer (a partir de determinado estágio), infarto agudo do miocárdio, AVC, insuficiência renal terminal, transplante de órgãos vitais e esclerose múltipla.
O capital recebido tem uso livre. Ele pode custear tratamentos não cobertos pelo plano de saúde, manter o padrão de vida da família durante o afastamento, quitar dívidas ou financiar mudanças necessárias.
A cobertura é especialmente relevante para quem tem reserva financeira limitada e renda dependente do trabalho ativo. Também faz sentido para empresários cuja renda pessoal está atrelada à operação do negócio.
Existe carência específica — geralmente 90 dias para doenças não relacionadas a acidentes — e o pagamento exige laudo médico e documentação clínica que comprove o diagnóstico segundo os critérios técnicos da apólice.
Quando agregada a uma apólice de vida individual, a cobertura encarece o prêmio em 20% a 40%, dependendo da idade. Para muitos perfis, é o melhor custo-benefício adicional disponível.
